Sábado, 25 de maio de 2013
- Londrina:33 dias é o tempo de espera de um dos navios que está ao largo da Baía de Paranaguá. Quanto mais tempo aguarda para atracar, mais caro fica a “demourrage”, taxa referente aos gastos do navio e sua tripulação.
O volume movimentado é mais um fator que explica o esgotamento do corredor de exportação paranaense, que vem registrando número recorde de navios ao largo da Baía de Paranaguá. Até o início da noite de ontem, havia 114 embarcações em fila no mar à espera de autorização para atracar. Maior parte quer descarregar os fertilizantes que serão utilizados na próxima safra de verão. Há ainda navios que esperam para carregar açúcar e farelo de soja.
Se o congestionamento está ruim, pode piorar. Isso porque a colheita da segunda safra de milho está só começando no Paraná, que é o segundo maior produtor do cereal do país. A própria Appa prevê que, neste ano, o porto irá receber 100% mais milho do que no ano passado, quando 2,5 milhões de toneladas do produto deixaram o país por Paranaguá.