Sábado, 25 de maio de 2013
- Londrina:As chapas que disputam as eleições proporcionais calculam em pelo menos 14 mil votos o mínimo necessário para conquistar uma cadeira na Câmara. Quem tiver menos do que isso, está fora da disputa.
Fazendo contas II
O cálculo leva em conta apenas os votos válidos – os que foram destinados a algum candidato ou legenda. Brancos e nulos ficam fora da conta. Isso explica as coligações dos partidos nas chapas para vereador.
Conglomerado
Um exemplo dessas alianças: os 14 partidos aliados em torno de Marcelo Belinati (PP) formaram nada menos que 6 chapas de vereadores.
Gestação
Nesses dias de começo de campanha – e antes que a horda de candidatos invada as ruas com bandeiras e “santinhos” –, os partidos e coligações aproveitam para gravar o horário eleitoral gratuito, principalmente dos candidatos a vereador.
Vida de gado
Um dos postulantes à Câmara, por exemplo, quis ocupar seus preciosos segundos apenas tocando berrante. Sendo o berrante um instrumento usado para “chamar” o gado, fica a dúvida quanto a quem o tal candidato queria pedir votos.
Partido e repartido I
O pequeno PSol rachou. O advogado Vilson Machado, que disputou a prefeitura pelo partido em 2008, foi à Justiça Eleitoral para pedir a impugnação da candidatura de Valmor Venturini, que disputa o mesmo cargo nessas eleições. Ele alega que quer “resgatar a democracia” no partido.
Partido e repartido II
No outro lado do front, Venturini acusa o companheiro/adversário de “personalismo”, que foi o que provocou o racha no PSol.