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Vida e Cidadania |

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Número de pessoas extremamente pobres reduz 38% no CE em 5 anos

Renda dos pobres extremos cresce 40% de 2005 a 2009, segundo Ipea. Principal responsável pelos índices é o Bolsa Família, diz pesquisa

  • <a href=http://g1.globo.com/ class=v10ae target=_blank>G1/ Globo.com</a>
  • 16/06/2011 19:12

A porcentagem da população que vive em situação de extrema pobreza no Ceará caiu de 18% para 10% entre 2005 e 2009. Os números representam uma queda de 38% no número de pobres extremos. A renda dessas pessoas cresceu 40% no mesmo período, de R$ 276 para R$ 385.

O crescimento do Ceará superou o do Nordeste (39%) e do Brasil (28%). Os dados fazem parte do estudo Combate a Pobreza Extrema, divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Fortaleza. O estudo considera pobreza extrema renda per capta abaixo de R$ 70 mensais.

O número absoluto de pessoas em extrema pobreza no Ceará não é consensual. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) registra 540 pessoas nessa situação, enquanto o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta 1,5 milhões de pessoas. O Ipea diz que "provavelmente há subestimarão pela Pnad e sobre-estimação pelo Censo".

O estudo do Ipea diz também que o maior responsável pela queda nos índices de pobreza no Ceará e no Brasil foi o Bolsa Família, programa do Governo Federal que distribui renda a pessoas carentes. A renda do Bolsa Família representa 43% da renda total; em 2004, o Bolsa Família representava 20% dessa renda.

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